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SERRA DE IBITIPOCA 
MINAS GERAIS 
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A Serra de Ibitipoca, no sudeste do Estado de Minas Gerais, é um dos circuitos turísticos de maior beleza do Brasil.
Com altitudes entre 1200 a 1784 metros, encanta seus visitantes por sua exuberante natureza preservada: são dezenas de mirantes, grutas, cachoeiras e prainhas naturais de águas cristalinas cor de âmbar, em meio a campos rupestres floridos e matas virgens, que abrigam flora e fauna preciosas.












A Vila de Conceição de Ibitipoca tem 1.300 habitantes e é o ponto de apoio para o Parque Estadual do Ibitipoca, principal atrativo da Serra a 3km de distância. O clima é ameno combinando paz, beleza e hospitalidade nas montanhas mineiras.




A Vila de Ibitipoca, fundada em 1692 no ciclo do ouro mineiro, é um pequeno arraial onde o visitante se sente em casa, com a tranquilidade típica do interior.





Para conhecer mais sobre Ibitipoca e o entorno, com os atrativos e eventos de seu Circuito Turístico Serras do Ibitipoca, acesse a página de vídeos deste site e assista a alguns filmes e reportagens clicando no link abaixo:





















IBITIPOCA - PASSEIO DE BOTE.




Passeio de bote na região do entorno do Parque Estadual de Ibitipoca mostra belas paisagens




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CALENDÁRIO 2014 COM FERIADOS NACIONAIS:







ABAIXO, OS FERIADOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS DE CIDADES DE ORIGEM DA MAIORIA DOS VISITANTES DE IBITIPOCA-MG:


Rio de Janeiro:
20 de Janeiro         Dia de S. Sebastião (Padroeiro)
23 de Abril             Dia de S. Jorge
15 de Outubro Dia do Comércio
20 de Novembro Dia da Consciência Negra

São Paulo:
25 de Janeiro          Aniversário de São Paulo
09 de Júlho             Revolução Constitucionalista de 1932

Minas Gerais:

Belo Horizonte:
08 de Dezembro    Dia de N. S. da Conceição (Padroeira)

Juiz de Fora: 
31 de Maio             Aniversário de Juiz de Fora
13 de Junho            Dia de Sto.  Antônio (Padroeiro)

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O PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA ESTÁ  ABERTO SEMANALMENTE, DE ACORDO COM SEU REGULAMENTO, DE TERÇA-FEIRA A DOMINGO. EM PERÍODOS DE FÉRIAS ESCOLARES OU FERIADOS, TAMBÉM ABRE ÀS SEGUNDAS-FEIRAS.
Maiores detalhes nos endereços do IEF abaixo:
www.parquesdeminas.mg.gov.br www.ief.mg.gov.br
E-mail: peibitipoca@meioambiente.mg.gov.br
Telefone: (32) 3281-1101.
 _______________________________________
SERRA DE IBITIPOCA MG  PARAÍSO ECOLÓGICO

Texto e pesquisa: José R. Góes Baretta de Ibitipoca
(Direitos autorais registrados e reservados)
No sudeste de Minas Gerais, estado de exuberante natureza e tradição histórica no Brasil, a Serra de Ibitipoca é ainda muito mais vasta do que o Parque Estadual do Ibitipoca que está inserido nela.
Extensão da Mantiqueira, a Serra de Ibitipoca está situada nos municípios de Lima Duarte e Sta. Rita de Ibitipoca, sendo que o Circuito Turístico Serras do Ibitipoca abrange outros sete municípios circunvizinhos: Bias Fortes, Santana do Garambéu, Pedro Teixeira, Ibertioga, Rio Preto, Sta. Rita do Jacutinga e Bom Jardim de Minas.
O PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA E A VILA DE CONCEIÇÃO DE IBITIPOCA
A sede do Circuito Ibitipoca é a vila de Conceição de Ibitipoca, que está distante 90km de Juiz de Fora, e também 90km de Barbacena. As capitais mais próximas são Belo Horizonte, a 241km, o Rio de Janeiro a 270km e São Paulo a 480km. 
No alto da serra, o Parque do Ibitipoca localiza-se onde se dividem as bacias do Rio Grande e do Rio Paraíba do Sul, e de onde nascem, nesse alto de serra, os rios do Salto e Vermelho, que descem com suas dezenas de cachoeiras de águas cristalinas de tons avermelhados ou amarelados, coloridos por decomposições vegetais, e que formam os  afluentes que deságuam nos rios principais dessas bacias.

O Parque do Ibitipoca é um dos principais atrativos turísticos do sudeste mineiro. É o parque mais visitado de Minas, arrecadando em sua bilheteria recursos financeiros que vão inclusive para outras unidades estaduais, pois a sede administrativa fica na capital Belo Horizonte, e tem a gestão do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais.
Nas comunidades do entorno do Parque Estadual do Ibitipoca, criado em 4 de julho de 1973, pela Lei nº 6.126, a economia passou a girar em volta das atividades turísticas, já há duas décadas, especialmente em Conceição de Ibitipoca que é a mais próxima do Parque, com apenas 3km de distância que se percorrem em estrada calçada da Vila de Ibitipoca até sua entrada.


A pequena e histórica Vila de Ibitipoca, fundada por bandeirantes do Ciclo do Ouro no Séc. XVII, tem hoje 1.300 habitantes que vivem, desde a década de 1990, diretamente do turismo na Serra de Ibitipoca, onde o Parque do Ibitipoca atrai visitantes durante todo o ano. O parque Estadual do Ibitipoca é também importante campo para pesquisas científicas e educação ambiental, o que também o faz cumprir seu papel de Parque e de U. C. – Unidade de Conservação..
O Parque Estadual do Ibitipoca é uma Unidade de Conservação Ecológica do estado e recebe mais de 40.000 turistas ao ano, vindos do Brasil e exterior, conferindo a sua importância no cenário científico e do ecoturismo. 
Diversas espécies da flora típica dos campos de altitude são encontradas no Parque de Ibitipoca, como bromélias, orquídeas, candeias, cactos, e samambaias, entre muitas outras. Líquens de coloração verde-água, que ficam pendurados nos galhos das candeias, chamados de “barba de velho”, compõem com as rochas marcadas por desenhos vegetais e areias brancas de quartzito brilhante, o cenário mágico e colorido da Serra de Ibitipoca. Os campos rupestres, cobertos de gramíneas entre as pedras e arbustos retorcidos de candeias, semelhantes ao cerrado e savanas, são predominantes na vegetação do Parque.

A fauna de Ibitipoca é rica, e hoje é protegida de caçadores que no passado quase levaram espécies à extinção. Graças ao ecoturismo a fauna da Serra de Ibitipoca está agora a salvo em suas matas e campos preservados, e sob a guarda de sua população que age em parceria com os órgãos ambientais gestores, principalmente o IEF-MG. É composta essa biodiversidade zoológica, por exemplo, por mais de 200 espécies de aves, destacando-se as migratórias como os andorinhões-de-coleira-falha (Streptoprocne biscutata) que vêm da América do Norte nos meses do verão brasileiro, e se lançam em bandos em Ibitipoca com seus voos vertiginosos e velozes, gerando sons que parecem ventos misteriosos no ar do alto da serra. 
Também são notáveis os vários psitascídeos como o papagaio-de-peito-roxo, ou os ramphastídeos que apresentam três espécies de tucanos,  as diversas aves de rapina, o aquático biguá, os galináceos como o jacu-de-papo-vermelho, e vários outros pássaros multicoloridos da região. Entre os mamíferos, há felídeos e canídeos cada vez mais raros, como a onça parda, ou suçuarana, e o lobo guará, animais antes ameaçados, e outros ainda com risco de extinção, como a jaguatirica, o gato-maracajá ou os cachorros do mato, “vinagre”, além de carnívoros aquáticos como lontras e iraras. Também estão presentes primatas como os barulhentos macacos sauás, os enormes bugios, os espertos macacos pregos e o raro mono-carvoeiro (o muriqui), além de graciosos micos-estrelas. Entre os anfíbios encontra-se a "Hyla de Ibitipoca", uma espécie de perereca que foi identificada pela primeira vez na Serra de Ibitipoca. Estes são apenas alguns dos componentes de uma das maiores biodiversidades do planeta, que é a Serra de Ibitipoca.


‘Ibitipoca’, palavra tupi-guarani, significa “serra que estala”, em uma das possíveis traduções aceitas, e que faz alusão a tempestades elétricas comuns na Serra de Ibitipoca durante as chuvas de verão. Os primeiros habitantes de Ibitipoca foram os índios da tribo Arari, dos Coroados. Há outra possível tradução que aceita a palavra “Ibitipoca” como “casa da serra”, referindo-se às diversas grutas e cavernas que serviam de moradia aos índios Araris, que se abrigaram nessas casas de pedras das montanhas de Ibitipoca.


A Ponte de Pedra, a Gruta dos Três Arcos e a Gruta do Pião são apenas alguns dos atrativos do Parque de Ibitipoca, que contém ainda picos, mirantes com vistas espetaculares, praias, piscinas naturais, cachoeiras e trilhas que levam a lugares maravilhosos em meio a campos de relvas com o solo de areia de quartzito brilhante, pedras desenhadas por líquens, flores diversas e matas nativas onde se refugiam espécies animais e vegetais em extinção. O Pico da Lombada, também conhecido como Ibitipoca, com 1.784 metros de altitude, oferece uma vista panorâmica e é o ponto mais alto da Serra de Ibitipoca, seguido do Pico do Pião, com 1762m de altitude.


Para se conhecer todo o Parque Estadual do Ibitipoca é necessário algum tempo e muita disposição física, e o melhor recurso para se aproveitar o máximo das caminhadas é contratar um guia local, que se encontrará disponível na portaria do Parque de Ibitipoca, ou na Vila de Ibitipoca. Os guias, ou monitores ambientais credenciados, prestam informações e suporte logístico aos turistas na Serra de Ibitipoca. Mas há passeios dentro do Parque de Ibitipoca que são fáceis e sinalizados, e como exemplos citamos o Lago dos Espelhos, Lago das Miragens, Gruta dos Coelhos, Gruta do Martimiano, que entre outros muitos atrativos, requerem pouco esforço físico e ficam perto do restaurante do Parque de Ibitipoca. São várias as prainhas, cachoeiras, poços, duchas e piscinas onde se pode nadar, perto dos banheiros e mesas da cantina.


Ibitipoca tem novas instalações que melhoraram o apoio a seus visitantes e pesquisadores. O Parque de Ibitipoca conta com portaria, estacionamento, área de camping e restaurante. No acesso à área de estacionamento e camping está o Centro de Visitantes e Pesquisas, além de casas para hóspedes e alojamentos para os pesquisadores e funcionários. As obras foram realizadas com recursos do Projeto de Proteção da Mata Atlântica de Minas Gerais (Promata/MG) que investiu cerca de R$ 2 milhões.

O IEF limitou, no início da década de 2000, o número de visitantes ao Parque de Ibitipoca para a proteção e conservação da natureza e da biodiversidade local. Algumas trilhas secundárias estão fechadas à visitação por tempo indeterminado.

Atualmente, o número está limitado a 300 pessoas, de segunda a sexta-feira, e 800 por dia nos sábados, domingos e feriados. Na área de camping do Parque do Ibitipoca, está autorizada a permanência de até dez barracas (30 pessoas) de segunda a sexta. Nos sábados, domingos e feriados o limite é de 15 barracas (45 pessoas). O Parque de Ibitipoca não faz reservas para a área de camping. A ocupação é feita por ordem de chegada.
O horário de funcionamento do Parque do Ibitipoca é de 07 às 17hs.
E-mail: peibitipoca@meioambiente.mg.gov.br
Telefone: (32) 3281-1101.
Mais informações nas páginas específicas de cada tópico deste site. Obs.: algumas páginas específicas ainda estão em construção. Contate-nos diretamente por telefone: 32 8405-6243 ou email: ibitipoca.info@gmail.com Juçara F. Góes e José R. Góes Baretta
IBITIPOCA MG BRASIL RESERVA  - 32 84056243 -  IBITIPOCA REDE LAZER E ECOTURISMO &  CASA IBITIPOCA PROMOTUR NETWORK - CENTRAL INFORMAÇÃO - COMUNICAÇÃO E TURISMO  - HOSPEDAGENS E DIVULGAÇÃO - EVENTOS - SERVIÇOS - PRODUTOS   - CHALÉS - CASAS - SÍTIOS - POUSADAS - IMÓVEIS PARA LOCAÇÃO E VENDA. RESERVE DIRETAMENTE SUA HOSPEDAGEM NA SERRA DE IBITIPOCA  - MINAS GERAIS -  PARAÍSO ECOLÓGICO NAS MONTANHAS. ibitipoca.rede@gmail.com IBITIPOCA REVISTA & JORNAL IBITIPOCA Notícias da Serra
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Abaixo, breve ensaio sobre Ibitipoca no séc XIX
Pesquisa, edição e texto de 
José Baretta Góes De Ibitipoca
(Direitos Autorais Registrados)

IBITIPOCA : DO CICLO DO OURO AO ECOTURISMO






























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Texto de: J. R. Góes Baretta de Ibitipoca  (Reprodução permitida apenas com autorização do autor, e citando-se a fonte)

A Serra de Ibitipoca, em Minas Gerais, é ainda muito mais do que o Parque Estadual que ela abriga. Sem dúvidas, o Parque com seus 1488 hectares de exuberante beleza natural preservada pelo IEF, é como um brilhante precioso e raro. Mas esse brilhante faz parte de um conjunto maior, que é a “jóia” geográfica formada pelo entorno da Serra.
As adjacências do vasto município de Lima Duarte, que contém Ibitipoca, fazem a composição de roteiros ecoturísticos variados.
 
Além do “Circuito Serras de Ibitipoca”, que conta com outros municípios circunvizinhos, pode-se visitar, por exemplo, Sta.Bárbara e também o Funil, com cachoeiras, mirantes e povoados na Serra Negra, em direção a Rio Preto.
 
As Cachoeiras do Arco Iris em Monte Verde, voltando a Lima Duarte, fazem um cenário de sete enormes quedas paralelas de águas cristalinas, a 18km do centro da cidade.
 
Já na direção de Olaria (a 5 Km), a Cachoeira do Sossego oferece chalés, restaurante e bar, onde são servidos trutas e outros acepipes.
 
Artesanato, arte popular, folclore e história encontram-se no distrito de Manejo, cujo nome refere-se ao remanejamento de tropas imperiais contra liberais republicanos em 1842.
 
Diversas fábricas de laticínios oferecem desde o tradicional Queijo Minas, até diferentes tipos de Parmesão, Reino, Mussarela, Cavalo, além das “quitandas”e doces caseiros.

E na saída de Lima Duarte para Ibitipoca tem o Armazém de Minas, com cachaçaria, torresmo especial e outros tiragostos. Destacam-se as cachaças “Ybitipocana” e “Ibitipoca Ouro”, com coleção de rótulos que estampam a fauna, flora e paisagens mineiras. Em frente, há o Centro de Informações Turísticas com indicações de vários atrativos do município.
 
Na subida para Ibitipoca, para quem vai durante o dia, a Praia do Salto, com corredeiras, quiosque, sombra e água fresca, é uma boa parada.
 
Mais adiante, após extensa alameda de eucaliptos, no casarão antigo dos Fontes, tem cozinha mineira, pão de canela, gente amiga, sinuca e ducha para refrescar. E a dona Eleusa organiza subidas a cavalo até Ibitipoca, passeando pelas paisagens das Cachoeiras das Andorinhas. Não é uma boa idéia? Ou pode-se parar para ouvir bons “causos” no Muskito Elétrico, e ainda ali comprar um frango ou pato caipira abatido para levar.
 
Na encruzilhada para S. José dos Lopes, no Balaio de Gato, outras opções: mais uma prosa com pingas da roça, quitutes e pães da proprietária Elaine. Ou uma visita rápida ao arraialzinho dos Lopes (1 km).
 
Começa então a subida da serra. Ir devagar é prazeroso, poupa o veículo, e a paisagem é linda! Na última e grande ladeira, no topo da “Cruz das Almas”, avista-se de repente o vilarejo de Conceição de Ibitipoca (de pouco mais de 1.400 habitantes). 

A 1.400m de altitude, já não há calor, e a brisa fresca anuncia o bem estar e a alegria. Alegria de se estar em um lugar sem o “stress” das grandes cidades, com clima ameno e gente bonita.
 
Uma vila com mais de 300 anos de História, que com sua tradição de hospitalidade, oferece excelentes pousadas, campings, e mais de trinta casas mobiliadas com conforto, que você pode escolher e alugar. Basta reservar com a Juçara da Casa D'Ibitipoca Rede Lazer e Ibitipoca PromoTur Central Network, (Tel. 32-32818135 e 32-84056243).

Naquele mesmo alto da primeira vista da vila, na chegada, é possível visitar o Hotel Alphaville, com muitas opções de lazer, e agora, com uma parada proveitosa no Casarão da Venda do Sr Adilson, empório, arte e antiguidades mineiras. 

Pouco mais adiante há a Pousada Vale do Sol, e a Repousada Chalés, também ótimas opções de hospedagens.
 
Mais 1Km, a vila: relaxe, você já chegou em Ibitipoca. Por que não sentar em uma das mesas do Restaurante Ibitilua & Cleusa’s Bar para beber algo gelado? Ou quente! Na mesma calçada, em frente à Padaria Ibitipão, tem a culinária caseira do Tia Tonica, ou um lanche na Pastelaria da Serra.  

No trevinho que divide os caminhos entre o Parque e o centro da Vila, O Açaí na Serra é boa opção de alimentação e música ao vivo. E em frente, tem a Pizzaria Serra Nostra, ao lado de diversas lojas de artesanato que sobem pela rua principal. Pizza boa e mesas de bilhar com som ambiente também em frente à igrejinha do Rosário, na Pizzaria Serra Grande. 

Mais ao centro tem gastronomia e arte com os chefs Pedro e Joana na Gula do Lobo, e sorvetes de sobremesa na mercearia São Geraldo.  Música da terra tem no bar do Oscar com sanfona e viola atrás da Igreja Matriz N. S. Conceição de Ibitipoca (1768). Experimente também sabores da serra no Varandas, restaurante típico mineiro com comida caseira de fogão a lenha.

Que tal uma boa cerveja? Afinal, nem é mais necessário dirigir. Peça ao Sr. Vicente da Mercearia Fortes, “Onde os Preços são Fracos”, slogan criado por ele. Procure conhecer o arraial, você vai gostar. Converse com moradores e donos de bares. Há muita história para se escutar.

Conheça o Bar do Zé do Arame, seu Antônio artesão, as casas de artesanato, as cozinhas caseiras, e familiarize-se com o lugar. Outra boa pedida de almoço é na Pousada de D. Balduína.  Na ponte, ao lado do posto policial, mais lojas de artesanato e casa de lanches. Não se pode esquecer da boa culinária caseira de D. Zélia, no “complexo Zé do Arame”, e também o caminho para o parque com as típicas “quitandas mineiras”.
 
Para roqueiros, a noite “underground” é no Bar do Firma. E na madruga, conveniências e garrafas, é com o sr. Eduardo, no Empório da Serra. Aos que preferem alugar casas e produzir o churrasco, ou jantar em família, o açougue R&L serve carnes, além de outros gêneros alimentícios, como hortaliças, frutas, etc. E agora há a Cachaçaria R&L no "Portal da Serra", onde também funcionam restaurantes, artesanatos, Lan House, a  agência de receptivo turístico IBITIPOCA TRILHAS E AVENTURAS e a PASTELARIA IBITIPOCA.

O mercado Ibralândia serve para compras gerais. Veja a lista e o mapa de todo o comércio ilustrados em outro tópico.
 
Vamos à Serra e seu entorno. Esse trajeto de águas abundantes e puras dispõe de centenas de opções entre cachoeiras, prainhas naturais, corredeiras, grutas, mirantes, e outros atrativos.
 
No Parque Estadual, orquídeas e bromélias são marcantes entre as candeias, pedras e solo branco de areia quartzífera, compondo um cenário de sonho colorido. Matas de galeria, abrigam diversificada fauna que se refugia intocável e protegida. 

O Parque é uma unidade de conservação (U.C.) e o IEF-MINAS preserva com eficiência uma das mais ricas biodiversidades do planeta. Lá, o centro de visitantes informa sobre o regulamento interno e diversas curiosidades. Aliás, é sempre melhor contratar um guia credenciado.
 
Existem reservas particulares abertas para visitação com monitores ambientais habilitados. 
Outros programas são agendados pela Casa do Turista, como por exemplo, visita para as quedas da “janela do céu”, por fora do Parque (14km).
 
Muitos roteiros são traçados nessa região. O estado de Minas Gerais instituiu, desde 1999, uma política pioneira para o turismo, criando os vários “Circuitos Turísticos Mineiros”. Reunindo municípios vizinhos com afinidades históricas, sociais e econômicas, objetiva consolidar suas identidades culturais para desenvolver o turismo sustentável, proporcionando emprego e renda para as populações envolvidas.
 
O “Circuito Serras de Ibitipoca” neste contexto compreende os municípios de Lima Duarte, Bias Fortes, Ibertioga, Santana do Garambéu, Pedro Teixeira, Santa Rita de Ibitipoca, Santa Rita de Jacutinga, Rio Preto e Bom Jardim de Minas.
Além de todos os atrativos naturais, as festividades religiosas dessas pequenas cidades promovem muitas manifestações folclóricas. Estas se apresentam de acordo com suas tradições, variando conforme as datas comemorativas .

Pode-se assistir a danças e coreografias ritmadas de “congadas”, “reisados”, ou “moçambiques”, por exemplo. Tais espetáculos de muita cor e som, com fantasias, paus e cordas, marcam a herança histórica do sincretismo religioso afro-católico brasileiro.
 
No mês de junho os “arraiás” ensaiam suas quadrilhas para dançar nas festas dedicadas a Sto. Antônio, São Pedro e São João, animadas por violas, sanfonas, fogueira e quentão. Destaque para a festa de Santo Antônio no Sítio da Dona Miúda e “seu” Zé Walter. Em julho, o Festival de Carros de Boi é a atração principal da cidade de Ibertioga.
 
Na semana santa, em Ibitipoca, a comunidade encena, às vezes, o ato da sexta-feira da paixão, com vários atores vestidos em figurino de época. Representando as dramáticas cenas do sofrimento de Jesus Cristo a caminho do Calvário, a extensa procissão culmina com a crucificação. 
 
Já no domingo de Páscoa, à noite, apresenta-se um pitoresco evento do costume popular da serra: antes da queima do Judas, (que em outras localidades acontece no sábado de aleluia), a população ibitipoquense se reúne na rua para ouvir em versos todos os fatos que foram “notícias de destaque”, desde a última Páscoa. É como uma “lavação de roupas sujas” em praça pública, para se “expurgarem” as mazelas sociais do ano.
 
Todos se divertem rindo de todos. Mas quando chega a vez de cada um ouvir a crítica que lhe é dirigida, não vale perder o humor, o que nem sempre acontece.
Felizmente tudo acaba em festa e forró.
 
Como se pode constatar, Ibitipoca não se resume apenas a passeios no interior do Parque. (Maravilhosos, por sinal).
 
Estes roteiros e festas aqui citados, são uma pequena referência a eventos e programas, entre muitos outros que devem ser registrados.
 
A Ibitipoca PromoTur Network Central Informação vem, há anos, coletando e arquivando imagens, depoimentos, e textos sobre a Serra de Ibitipoca, com sua história e sua gente. Atualmente está compilando seus arquivos para uma produção de audiovisual, realizando assim um desejo em parceria com colaboradores. O produto final desse trabalho resultará em um informativo mais abrangente e detalhado que veiculará em nossos sites (www.ibitipoca.info - www.ibitipoca.in - www.ibitipoca.net.br - www.ibitipoca.org ), além de outros meios de comunicação, como a IBITIPOCA REVISTA e o JORNAL IBITIPOCA.
Aguardem.

J. Baretta Góes




INFORME-SE AQUI SOBRE IBITIPOCA 
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IBITIPOCA: O POVOADO QUE FICOU 

ESQUECIDO NO TEMPO...

MAS DEPOIS RETOMOU E AVANÇOU.

(Texto integralmente produzido por autoria de José Roberto Góes Baretta de Ibitipoca – Todos os direitos reservados)

Muito se tem investigado sobre as diversas mudanças sociais que o turismo causa em pequenas comunidades quando são descobertas por seus atrativos naturais e antropológicos. Seja pela natureza à volta de algum vilarejo antes desconhecido ou pouco visitado, ou seja pela oferta de seu artesanato e outros produtos culturais típicos, por exemplo.

No alto da Serra de Ibitipoca, que é uma ramificação do maciço da Mantiqueira, no sudeste do estado brasileiro de Minas Gerais, a pequena Vila de Conceição de Ibitipoca vem se modificando desde a chegada do turismo no início da década de 1970.

Por suas dezenas de cachoeiras, grutas, lagos e piscinas naturais de águas cristalinas, matas nativas que abrigam fauna e flora diversas e raras, em meio a campos verdes, floridos e rochosos que levam a mirantes com altitudes superiores a 1.700 m, a Serra de Ibitipoca sempre despertou a atenção de cientistas, pesquisadores e visitantes em busca de lazer. 

Em 1973 foi criado pelo estado de Minas, no alto dessa serra, o Parque Estadual do Ibitipoca, com 1488ha de exuberante beleza natural.
Além do parque, a simplicidade típica mineira dos habitantes daquele arraialzinho de Conceição de Ibitipoca, dos idos anos 70, do século XX, cativava os novos visitantes que se deslumbravam com a enorme hospitalidade de um povoado, até então esquecido naquelas montanhas, desde 2 séculos atrás. Ibitipoca já havia sido no passado distante, nos séculos XVII e XVIII, cenário da corrida de aventureiros, os bandeirantes, que adentraram as matas do interior das “Minas Geraes”, iniciando o “ciclo do ouro” no Brasil, colônia de Portugal na época. 

Registros históricos do Arquivo Público Mineiro e da Biblioteca Nacional atestam que, Ibitipoca foi um dos caminhos do ouro que levava esses desbravadores para a capital das Minas, Vila Rica, hoje Ouro Preto. A serra abrigava naquele tempo uma população de “mais de 5 mil almas”, contando com escravos, índios, mineradores e comerciantes.

Esvaziada depois do ciclo do ouro, que culminou e terminou com episódio da história do Brasil denominado “Inconfidência Mineira”, Ibitipoca tornou-se então um pequeno povoado esquecido na região, até a chegada dos primeiros turistas da década de 70 do século XX. Estes eram jovens sonhadores, estudantes ou professores que buscavam outros preciosos valores já deteriorados nas grandes cidades: o ar e as águas puras das montanhas, com toda sua riqueza natural, além de novos amigos que recebiam esses visitantes com braços e portas abertas. A Vila de Ibitipoca tinha nesse outro momento histórico 40 casas apenas, em 1974, e a população não passava de 300 habitantes.

Depois desses pioneiros turistas das décadas de 70 e 80, que muito interagiram com os habitantes da serra naquela época, Ibitipoca foi traçando seu futuro em direção a um novo ciclo econômico, o do turismo sustentável, e mais especificamente o ecoturismo. Com a colaboração de vários daqueles que iniciaram esse turismo na serra, e com alguns deles já fixando residência ou casa para fim de semana na vila, os antigos moradores se juntaram a esses novos ibitipoquenses fundando, em 1993, uma entidade de defesa da Serra de Ibitipoca para que fossem determinados parâmetros de um crescimento ordenado e saudável para Ibitipoca e seu entorno. Assim foi criada a AMAI – Associação de Moradores e Amigos de Ibitipoca que entre alguns outros êxitos conseguiu elaborar e aprovar o seu “Plano Diretor de Organização Territorial e Desenvolvimento do Turismo em Conceição de Ibitipoca”, sancionado pela Câmara Municipal de Lima Duarte, sede do distrito de ibitipoca.

Se no passado distante o ciclo do ouro ocasionou a corrida caótica e destruidora da natureza e de seres humanos desprovidos de títulos das terras naquele século XVIII, Ibitipoca agora, com seus moradores e amigos da serra, se preocupava em impedir uma nova corrida predatória, caso não se estabelecessem as diretrizes para um turismo com sustentabilidade. Assim Ibitipoca começava já na década de 1990 a se organizar para que esse novo período econômico fosse produtivo, mas sem agredir o meio ambiente e em consonância com os anseios locais, preservando a cultura da serra.

Há de se reconhecer que para que o turismo não se expandisse em maior quantidade do que a recomendada para a conservação desse paraíso ecológico, Ibitipoca teve e tem até hoje a cooperação de técnicos e cientistas que por meio de estudos sérios sobre os possíveis impactos socioambientais, ajudaram a se estabelecerem normas e a formarem consciências de turistas e moradores no sentido do uso correto e da conservação da serra. Neste ponto podemos citar vários trabalhos das Universidades Federais de Juiz de Fora (UFJF), de Viçosa (UFV), de Lavras (UFLA), de Minas Gerais (UFMG), dentre outras instituições. Citamos também a Fundação João Pinheiro que elaborou junto à comunidade o seu plano diretor.

Muito importante foi e é até hoje a ação reguladora permanente do órgão gestor do Parque de Ibitipoca, o Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF-MG). Se não fosse a rígida atuação deste órgão do estado, o parque estaria sujeito a sobrecargas constantes, com superlotação em períodos de alta temporada, como por exemplo nos feriados prolongados. A limitação de visitação ao parque foi estabelecida no ano de 2001, em 300 ingressos de terças a sextas-feiras comuns e em 800 ingressos nos fins de semana e feriados. Além disto, algumas trilhas e atrativos turísticos foram temporariamente interditados, conforme necessidade de manutenção e recuperação de seus ecossistemas.

Hoje Ibitipoca tem, aproximadamente, 1.500 habitantes. A vila, como se pode constatar, cresceu mas segue um planejamento onde um padrão arquitetônico se faz notar, com a característica predominante de seu tradicional “tijolinho aparente” e com telhados de cerâmica ao invés de lajes e telhas de zinco, comuns em outras vilas já descaracterizadas, infelizmente. E tem também as janelas e portais de madeira, como a dos casarios antigos da época colonial, citando a história mineira.

É óbvio que o crescimento populacional foi e ainda é inevitável. Mas este crescimento não se deu apenas pelo acréscimo de novos moradores que vislumbraram viver em Ibitipoca e trabalhar investindo no comércio local, mesmo que só tenha movimento em finais de semana e feriados. Ibitipoca cresce principalmente porque, ao contrário do êxodo rural que ocorria antes do turismo, agora os filhos da terra desejam ficar e investir em seus patrimônios legitimamente herdados de suas famílias ibitipoquenses. Com isto a autoestima das pessoas nascidas na serra, sejam jovens ou idosos é elevada e a população sente orgulho em ser atuante na conservação de seus maiores patrimônios: a natureza e cultura local.

Hoje é o próprio cidadão da Serra de Ibitipoca que se torna o maior fiscal e protetor desse seu patrimônio. Além do IEF e da polícia ambiental fiscalizarem e protegerem o meio ambiente, os moradores também participam ativamente desta proteção, denunciando qualquer possível ameaça que venha a colocar em risco a fauna ou a flora, ou algum elemento patrimonial. 

Como exemplo podemos citar uma recente prisão em flagrante de criminosos que em um veículo furgão, vindos de outro estado, estavam aprisionando espécimes de animais para serem contrabandeados. Já haviam capturado alguns pássaros quando foram denunciados à polícia por um morador da área rural. Abordados os ladrões, e com várias armadilhas apreendidas, os animais foram devolvidos à natureza e os malfeitores presos e indiciados. Como se pode ver, esta é uma das mudanças de comportamento da população nativa em consequência das diretrizes de implantação do ecoturismo na Serra de Ibitipoca nos últimos 20 anos. Antigamente, antes do turismo, a serra era muito freqüentada por caçadores e outros predadores que coletavam plantas e animais raros para serem comercializados nos grandes centros, e até no exterior. Isto hoje não aconteceria mais impunemente, pois em Ibitipoca as leis ambientais são cumpridas, mais que em outros lugares, por ser  área próxima de uma Unidade de Conservação - o que deveria acontecer em qualquer localidade, claro.

A Serra de Ibitipoca atualmente é uma “zona de refúgio” para espécies que antes estavam em vias de extinção. É possível se encontrar onças pardas, jaguatiricas, lobos guarás, macacos bugios, e várias espécies livres das ameaças de caçadores, passeando pela serra solenemente com suas crias. A Serra de ibitipoca é um exemplo de conservação da natureza, e seus habitantes além de se orgulharem disto, também sabem que para que haja o ecoturismo é necessária esta conservação de costumes e do meio ambiente.

O turismo sustentável pode e deve melhorar as relações entre os homens e dos homens com a natureza. As relações entre os que recebem visitantes e os hóspedes que são acolhidos, geram amizade, respeito e recursos, que antes eram escassos.

A capacitação de mão de obra local também foi um dos temas abordados na época da fundação da AMAI, e cursos correlatos foram ministrados por instituições em parceria com a Associação. Hoje, em Ibitipoca, os filhos da serra escolhem se querem empreender em seus próprios negócios, ou se querem trabalhar no comércio local, pois não faltam empregos em Ibitipoca, ao contrário de outros lugares.

Muitos trabalhadores que saíram da serra nos anos anteriores ao turismo, aprenderam em outras cidades ofícios como os de pedreiro, carpinteiro, marceneiro, e de outras atividades da construção civil. Ao perceberem a oportunidade de trabalho em sua terra natal, voltaram para ibitipoca nos anos 90 quando já começavam as obras de novas casas e pousadas. Aconteceu que foram se formando novos construtores profissionais qualificados que hoje trabalham na edificação de novos estabelecimentos, que muitas das vezes são os seus próprios empreendimentos familiares. Se não fosse pelo advento do turismo, estas famílias ibitipoquenses estariam residindo no caos das grandes cidades, com grande possibilidade de estarem percebendo miseráveis salários ou muito menores rendas do que agora ganham em sua terra natal.

Muitas teses são desenvolvidas em estudos de mestrados e doutorados em que são aferidos impactos negativos do turismo em algumas comunidades. De fato há muitos casos em que estes estudos confirmam tal realidade, mas em Ibitipoca isto não se aplica. Alguns pesquisadores, talvez mediante metodologia inadequada, se equivocam ao concluírem sobre essa negatividade em relação ao turismo em Ibitipoca. Há que se apurar os dados com entrevistas significativas e amostragens maiores, por exemplo, sem a ótica parcial impregnada por “pré conceitos”.

Se foram transformados alguns valores antigos tradicionais, ou se houve alguma perda em relação à cultura local, isto não é consequência do turismo, e sim dos novos tempos em que a globalização dita padrões hegemônicos que são reafirmados pelos meios de comunicação de massa. E assim, não seria possível regredir no tempo, ou impedir que as novas gerações entrassem em contato com outras realidades culturais, mesmo se não houvesse turismo. Antes da internet, antes da televisão e do rádio ou qualquer outra mídia, o direito de ir e vir sempre foi almejado por qualquer ser humano, e o contato com diferentes modos de vida sempre aguça a curiosidade em qualquer época.

O que se pode fazer para que seja conservada a cultura local é, paralelamente ao global, se incentivar a produção artística também dos eventos específicos do lugar, pois afinal, trata-se de mais um produto turístico a ser apresentado ao púbico. Não há porque deixar de se enfatizar as manifestações folclóricas regionais, mas seria purista, paternalista ou até mesmo hipócrita querer boicotar manifestações globais e ecléticas como, por exemplo, o Ibitipoca Blues, Rock ou Jazz, já que estes até já se tornaram outras tradições da Serra de ibitipoca desde as últimas duas décadas. Ora, as tradições não são feitas mais obrigatoriamente por séculos e séculos.

Muitas produções artísticas de qualidade são produzidas em ibitipoca. Além dos eventos maiores citados acima, e que mobilizam toda a comunidade e seu comércio, outros mais específicos e de cunho regional já foram desenvolvidos por produtores locais, com programações de “raiz”, e com musicais caipiras autênticos, como por exemplo no Festival Cultural da Serra, no ano de 2006 e em várias outras ocasiões. E há as festas religiosas como a da padroeira, Nossa Senhora da Conceição, em dezembro, e também a de N.S. Aparecida em outubro, dentre outras festividades regionais.

Caberá aos produtores de eventos apresentarem projetos que visem enfatizar e valorizar a cultura da região. Para isto há espaços públicos na vila e também está sendo construído, por iniciativa particular, um teatro com capacidade para 800 pessoas que estará aberto a produções de qualidade para a comunidade e seus turistas.

Mas nem com tudo isto que foi relatado acima, a vila de Ibitipoca deixou ou deixará de ser a mesma vila que cativou sempre seus visitantes, com a simplicidade e carisma de seu povo. Não há quem não se encante com a boa prosa de seus personagens que contam “causos” do presente e do passado. Cantadores, violeiros e sanfoneiros sempre existirão em Ibitipoca. Aliás, uma qualidade natural dos mineiros da serra é, com certeza, a musicalidade, haja vista a criação e manutenção da Escola Banda Lira de Conceição de Ibitipoca que há dez anos vem formando os músicos que se apresentam em festividades locais e dos arredores. Além disso há a banda de “forró pé de serra”, de nome Espim de Cacto que anima as noites em bares e festas da vila, sendo composta por artistas genuinamente ibitipoquenses. E músicos das cidades vizinhas se apresentam em bares da vila nos fins de semana e feriados. Ibitipoca, então é muito musical, sempre.

Não há porque haver considerações pseudointelectuais de que o turismo fez mal a Ibitipoca. Os que pretendem convencer de que Ibitipoca sem o turismo seria melhor, estão completamente sem conhecimento da realidade deste lugar pitoresco e maravilhoso, ou então querem egoisticamente que ibitipoca volte ao passado remoto, para que seja objeto esdrúxulo de estudo, talvez intitulado “Ibitipoca: o povoado que parou no tempo”, para assim ornamentar suas retóricas pseudocientíficas e impregnadas de ideologia.

Qualquer pessoa que vier a Ibitipoca poderá conferir com seus diversos moradores se o advento do turismo foi motivo de melhoria na qualidade de vida dos habitantes locais. É só perguntar! Experimente!!!!!   
Esta explanação é apenas a opinião de um morador da Serra de Ibitipoca, baseada na observação dos últimos 35 anos, apenas constatando simplesmente a realidade local, e não tendo nenhuma pretensão de ser científica. 

Meu nome é José Roberto Góes Baretta, tenho 58 anos de idade e 36 anos de Ibitipoca. Fui um daqueles primeiros turistas que se apaixonaram pelas pessoas a pela natureza dessa serra mágica, decidindo nela me estabelecer trabalhando honestamente e com muito prazer.

Abraço a todos.

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BREVE RESUMO DE UMA PAIXÃO POR IBITIPOCA

Ibitipoca é dos lugares mais espetaculares de Minas Gerais-Brasil para se usufruir de vistas panorâmicas maravilhosas, puríssimo ar no clima temperado dessas montanhas, águas milagrosas, curativas e magicamente energéticas, com mais de 40 cachoeiras e piscinas naturais cristalinas, em meio a um colorido "lissérgico", que inspira a "meditações e êxtases" - sem que sejam necessários aditivos químicos para isso, rss.

Além do mais, Ibitipoca é servida por hotéis e pousadas das mais diversas, sendo várias delas em situações paradisíacas e com excelentes serviços - é só escolher bem ao perfil de cada um que visite a Serra de Ibitipoca, esse paraíso ecoturístico.

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Na vila de Ibitipoca, à noite sempre há bares e restaurantes abertos, com música ao vivo, e em algumas datas especiais apresentam-se festivais anuais de Jazz (em julho), outros de Rock (setembro), Blues(agosto) além de muitas festas regionais típicas da tradição mineira.

O Parque Estadual do Ibitipoca é uma das maiores biodiversidades do Brasil, reconhecida por 5 universidades federais, com 46 cachoeiras e 74 grutas mapeadas. A Serra de Ibitipoca é visitada por mais de 40.000 ecoturistas anualmente, vindos de cidades do Brasil e do Mundo, sendo que a grande maioria elogia, divulga e passa a frequentar.

Fui um desses, e gostei tanto que resolvi, há anos, ficar e viver neste paraíso, encontrando a felicidade plena que me faltava na grande cidade "maravilhosa" do Rio de “Já-neura”, onde nasci e vivi, até escolher Minas Gerais e Ibitipoca como residência.
Ah, como é bom Ibitipoca!

Sem medo de ser feliz, fazendo da vida o que sempre quis, meu nome é José Roberto Góes Baretta D’Ibitipoca - um convicto ex-carioca.



Foto: Cachoeira das Borboletas, em nosso sítio particular da "Reserva Ybitipocana"

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